Capital Intelectual e a Capacidade Absortiva na Inovação

Construção de um Portfólio Bibliográfico e Análise Bibliométrica

Autores

  • Rafael Bavaresco Bongiolo Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL)
  • Clarissa Carneiro Mussi Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL)
  • Ademar Dutra Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL)
  • Leonardo Corrêa Chaves Universidade do Contestado (UnC)

DOI:

https://doi.org/10.20401/rasi.7.2.475

Palavras-chave:

Capital intelectual, Capacidade Absortiva, Inovação

Resumo

Este trabalho tem como objetivo identificar os mais relevantes artigos científicos e seus parâmetros, com a temática relacionada entre: Capital Intelectual, Capacidade Absortiva e Inovação. Para realizar a pesquisa, utilizou-se um processo construtivista, chamado Knowledge Development Process – Constructivist (ProKnow-C). Por meio deste, foram selecionados 20 artigos que compuseram o Portfólio Bibliográfico (PB) desta pesquisa. Assim, o estudo foi capaz de identificar os seguintes itens principais: a) o grau de relevância dos artigos do Portfólio Bibliográfico (PB); b) os autores mais relevantes no PB e nas Referências Bibliográficas (RB); c) o perfil dos principais pesquisadores; d) a frequência dos periódicos no PB; e) o fator de impacto dos periódicos (SJR); e g) as palavras-chave mais frequentes.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Rafael Bavaresco Bongiolo, Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL)

Graduado em Administração pela Universidade do Sul de Santa Catarina e Pós-Graduado em Marketing e em Liderança e Gestão Organizacional pela UNISUL. Mestrando como aluno especial em Administração. Professor e participante do Núcleo Docente Estruturante do curso de Processos Gerencias da Unisul Virtual. Atua nas seguintes disciplinas: Estrutura e Processos Organizacionais, Comunicação nas Organizações, Introdução à Gestão de Micro e Pequenas Empresas, Inteligência da Execução. Membro da Área de Inteligência Competitiva da UNISUL. Possui experiência nas áreas de marketing e relacionamento, estratégia e gestão. Tem conhecimento avançado do pacote office, ênfase em Excel e intermediário do software de projetos e processos SIGEST (Sistema de Gestão Estratégica UNISUL).

Clarissa Carneiro Mussi, Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL)

Clarissa Carneiro Mussi é Doutora em Administração pela Universidade de São Paulo/FEA USP (2008), Mestre em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC (2002) e Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC (1996). Atualmente é professora da Universidade do Sul de Santa Catarina. Tem experiência na área de Administração, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão da informação, gestão do conhecimento, sistemas de informação e tecnologia da informação

Ademar Dutra, Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL)

FotoPossui pós-doutorado pela Universidade de Valência - Espanha (2013/2014), doutorado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (2003), mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (1998), graduação em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (1988). Atualmente é professor titular da Universidade do Sul de Santa Catarina - Programa de Mestrado em Administração (PPGA). Exerceu diversos cargos executivos no Governo do Estado de Santa Catarina. Consultor, palestrante e professor de cursos de pós-graduação em diversas instituições de ensino do país. É editor da Revista Eletrônica de Estratégia & Negócios - REEN (PPGA/UNISUL). Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Gestão de Pessoas e Avaliação de Desempenho Organizacional. Realiza pesquisas científicas sobre os temas Avaliação de Desempenho, Metodologias Multicritério de Apoio à Decisão Construtivista (MCDA-C). É líder do Grupo de Pesquisa Avaliação do Desempenho Organizacional e integra o Grupo Gestão Pública e Avaliação de Desempenho, ambos registrados no CNPq. Coordena Projetos de Pesquisa junto à órgãos de fomento e Projeto de Mobilidade Docente e Discente Internacional (CAPES/AULP).

Referências

Ansari, R., Barati, A., & Sharabiani, A. A. A. (2016). The role of dynamic capability in intellectual capital and innovative performance. International Journal of Innovation.

Azevedo, R. C. de, de Oliveira Lacerda, R. T., Ensslin, L., Jungles, A. E., & Ensslin, S. R. (2013). Performance measurement to aid decision making in the budgeting process for apartment-building construction: case study using mcda-c. Journal of Construction Engineering and Management, 139(2), 225–235.

Azevedo, R. C. de, Ensslin, L., & Jungles, A. E. (2014). A review of risk management in construction: opportunities for improvement. Modern Economy, 05(04), 367–383.

Bontis, N. (1998). Intellectual capital: an exploratory study that develops measures and models. Management Decision, 36(2), 63–76.

Bontis, N., Chua Chong Keow, W., & Richardson, S. (2000). Intellectual capital and business performance in Malaysian industries. Journal of Intellectual Capital, 1(1), 85–100.

Bortoluzzi, S. C., Ensslin, S. R., Ensslin, L., & Valmorbida, S. M. I. (2011). Avaliação de Desempenho em Redes de Pequenas e Médias Empresas: Estado da arte para as delimitações postas pelo pesquisador. Revista Eletrônica de Estratégia & Negócios, 4(2), 202.

Branzei, O., & Vertinsky, I. (2006). Strategic pathways to product innovation capabilities in SMEs. Journal of Business Venturing, 21(1), 75–105.

Cabral, G. O., Lebioda, L., & da Cunha Lemos, D. (2020). Inovação em Serviços. Revista de Administração, Sociedade e Inovação, 6(1), 100-116.

Cassol, A., Gonçalo, C. R., & Ruas, R. L. (2016). Redefining the relationship between intellectual capital and innovation: the mediating role of absorptive capacity. BAR - Brazilian Administration Review, 13(4).

Chen, Y.-S., Lin, M.-J. J., & Chang, C.-H. (2009). The positive effects of relationship learning and absorptive capacity on innovation performance and competitive advantage in industrial markets. Industrial Marketing Management, 38(2), 152–158.

Chien, S., & Tsai, C. (2012). Dynamic capability, knowledge, learning, and firm performance. Journal of Organizational Change Management, 25(3), 434–444.

Cohen, W. M., & Levinthal, D. A. (1990). Absorptive capacity: a new perspective on learning and innovation. Administrative Science Quarterly, 35(1), 128.

Creswell, J. W., Rocha, L. de O. da, & Silva, M. I. da C. e. (2007). Projeto de pesquisa me?todos qualitativo, quantitativo e misto. Porto Alegre: Artmed.

Cusmano, L., Mancusi, M. L., & Morrison, A. (2009). Innovation and the geographical and organisational dimensions of outsourcing: Evidence from Italian firm-level data. Structural Change and Economic Dynamics, 20(3), 183–195.

Drucker, P. F. (1962). Prática de administração de empresas. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura.

Dutra, A., Ripoll-Feliu, V. M., Fillol, A. G., Ensslin, S. R., & Ensslin, L. (2015). The construction of knowledge from the scientific literature about the theme seaport performance evaluation. International Journal of Productivity and Performance Management, 64(2), 243–269.

Eduardo Tasca, J., Ensslin, L., Rolim Ensslin, S., & Bernardete Martins Alves, M. (2010). An approach for selecting a theoretical framework for the evaluation of training programs. Journal of European Industrial Training, 34(7), 631–655.

Edvinsson, L., & Malone, M. S. (1997). Intellectual capital: realizing your company’s true value by finding its hidden brainpower (1st ed). New York: HarperBusiness.

Eisenhardt, K. M., & Martin, J. A. (2000). Dynamic capabilities: what are they? Strategic Management Journal, 21(10–11), 1105–1121.

Ensslin, L., Ensslin, S. R., & Pinto, H. de M. (2013). Processo de investigação e análise bibliométrica: avaliação da qualidade dos serviços bancários. Revista de Administração Contemporânea, 17(3), 325–349.

Ensslin, L., Mussi, C. C., Chaves, L. C., & Demetrio, S. N. (2015). Gestão da terceirização de ti: identificação do estado da arte por meio de um processo construtivista de investigação e análise bibliométrica. Journal of Information Systems and Technology Management, 12(2).
Ensslin, L., Sarquis, A. B., Cittadin, J., & Chaves, L. (2015). Evidenciação do Estado da Arte sobre Marketing para Pequenas Empresas: Levantamento e Análise da Produção Internacional no Período 2003 – 2013. Revista da Micro e Pequena Empresa, 9(3), 2-21.

George, G., Zahra, S. A., & Wood, D. R. (2002). The effects of business–university alliances on innovative output and financial performance: a study of publicly traded biotechnology companies. Journal of Business Venturing, 17(6), 577–609.

Hagemeister, M., & Rodríguez-Castellanos, A. (2010). Organisational capacity to absorb external R&D: industrial differences in assessing intellectual capital drivers. Knowledge Management Research & Practice, 8(2), 102–111.

Hitt, M. A., Bierman, L., Shimizu, K., & Kochhar, R. (2001). Direct and moderating effects of human capital on strategy and performance in professional service firms: a resource-based perspective. Academy of Management Journal, 44(1), 13–28.

Hsu, L.-C., & Wang, C.-H. (2012). Clarifying the effect of intellectual capital on performance: the mediating role of dynamic capability: clarifying the effect of intellectual capital on performance. British Journal of Management, 23(2), 179–205.

Hsu, S.-H. (2007). Human capital, organizational learning, network resources and organizational innovativeness. Total Quality Management & Business Excellence, 18(9), 983–998.
Hsu, Y.-H., & Fang, W. (2009). Intellectual capital and new product development performance: The mediating role of organizational learning capability. Technological Forecasting and Social Change, 76(5), 664–677.

Joia, L. A. (2000). Measuring intangible corporate assets: Linking business strategy with intellectual capital. Journal of Intellectual Capital, 1(1), 68–84.

Lacerda, R. T. O., Ensslin, L., Ensslin, S. R., & Ensslin, S. R. (2011). Contribuições à gestão estratégica de organizações quando analisados na visão de seu desempenho. GESTÃO.Org - Revista Eletrônica de Gestão Organizacional, 9(2), 327-358.

Lacerda, R. T. de O., Ensslin, L., & Ensslin, S. R. (2012). Uma análise bibliométrica da literatura sobre estratégia e avaliação de desempenho. Gestão & Produção, 19(1), 59–78.

Lakatos, E. M., & Andrade Marconi, M. de. (2010). Fundamentos de metodologia cienti?fica (7a. ed.). Sao Paolo: Editora Atlas S.A. Recuperado de http://public.eblib.com/choice/publicfullrecord.aspx?p=4311245

Lane, P. J., Koka, B. R., & Pathak, S. (2006). The reification of absorptive capacity: a critical review and rejuvenation of the construct. Academy of Management Review, 31(4), 833–863.

Leifer, R., O’Connor, G. C., & Rice, M. (2002). A implementação de inovação radical em empresas maduras. Revista de Administração de Empresas, 42(2), 17–30.

Mattar, F. N. (2006). Pesquisa de marketing: metodologia e planejamento. São Paulo: Atlas.

Musteen, M., & Ahsan, M. (2013). Beyond cost: the role of intellectual capital in offshoring and innovation in young firms. Entrepreneurship Theory and Practice, 37(2), 421–434.

Nahapiet, J., & Ghoshal, S. (1998). Social capital, intellectual capital, and the organizational advantage. Academy of Management Review, 23(2), 242–266.

Richardson, R. J. (2008). Pesquisa Social, Métodos e Técnicas. (3. ed. rev e ampl) São Paulo: Atlas.

Schultz, T. W. (1961) “Investment in human capital”, The American Economic Review, 51, (1), 1-17.

Schumpeter, J. A. (1961). The theory of Economic Development. New York: Oxford University Press.

Silva, J. C., Leite, R. T., & Oliveira, M. A. (2016). Capacidades de Inovação e Indicadores Não Convencionais: um estudo exploratório. Revista de Administração, Sociedade e Inovação, 2(2), 167-186.
Soo, C., Tian, A. W., Teo, S. T. T., & Cordery, J. (2017). Intellectual capital-enhancing hr, absorptive capacity, and innovation. Human Resource Management, 56(3), 431–454.

Subramaniam, M., & Youndt, M. A. (2005). The influence of intellectual capital on the types of innovative capabilities. Academy of Management Journal, 48(3), 450–463.

Wang, C., & Han, Y. (2011). Linking properties of knowledge with innovation performance: the moderate role of absorptive capacity. Journal of Knowledge Management, 15(5), 802–819.

Wu, S. H., Lin, L. Y., & Hsu, M. Y. (2007). Intellectual capital, dynamic capabilities and innovative performance of organisations. International Journal of Technology Management, 39(3/4), 279.

Zheng, W. (2008). A social capital perspective of innovation from individuals to nations: where is empirical literature directing us??: a social capital perspective of innovation. International Journal of Management Reviews, 12(2), 151–183.

Downloads

Publicado

2021-05-01

Edição

Seção

Artigos Científicos

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)